terça-feira, 31 de agosto de 2010

O que me fez te fará também


Acho que já foi dito que você é exatamente igual a mim há um tempinho atrás.
Dói-me muito dizer que é preciso haver certa evolução da tua parte... Amadurecimento. Dói mais ainda, perceber isso e não poder te avisar, pra te prevenir da incerteza que vai te assustar, do mesmo jeito que me assustou, num futuro TÃO PRÓXIMO. A dor aumenta então, ainda mais, quando percebo que você se conformou com a idéia, insiste nela e não percebe a necessidade que tem de transcender assim como eu também o fiz. Insiste em não fazer questão, assim como eu também não fazia.
Nauseia-me ver que em apenas cinco minutos conversando contigo, entramos em argumentações extremamente conflituosas, tão envolventes, daquelas filosofias baratas de bar que geram discussões efervescentes, até estressantes... Mas logo depois tudo passa e voltamos a nos amar... Não é assim que acontece no boteco?
A questão é: Você precisa do mesmo jeito que eu precisei. E acontece que eu cansei de paz e amor, eu cansei de sentir falta do que me faz ser... Cansei dessa escassez de matéria-prima!

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Basta!

Cansei de ser sempre tão legal com as pessoas. Cansei de esquecer o que eu tenho que dizer, escrever e fazer. Estou cansada de mudar a cada semana, a cada dia, a cada hora... Cansada de ficar dando voltas, ir bem longe e no final sempre voltar pro mesmo lugar. Cansei de você e irritei-me com você. Cansei de mim e irritei-me comigo mesma. Cansei da minha casa. Cansei de tudo;

Estou redondamente farta de gostar de quem me irrita... E são sempre as pessoas que eu mais gosto na minha vida, as que mais me irritam;

Estou farta de Leão e Libra SEMPRE juntos, SEMPRE entrando em conflito, de serem a dupla mais forte e NUNCA conseguirem viver separados... Não vá me pedir pra dar exemplos né? Pois eu já tenho no mínimo uns quatro ;

Eu não quero mais que tudo aconteça na hora errada;

Quero conseguir tomar banho sem ser muito quente, não agüento mais sair de lá com a sensação de ter que/querer tomar outro banho;

Não agüento mais ficar dentro do meu próprio quarto... Já esta me dando falta de ar!

sábado, 17 de julho de 2010

Eu andei refletindo sobre a gente e conclui que não há explicações tão absurdas. É muito simples.

Uma: você tem medo de relacionamentos no geral e não sabe lidar com isso devido à sua idade e principalmente se você estiver loucamente apaixonado ou amando de verdade. Daí você não quer ficar comigo, pois você sabe, você sabe o quanto eu sou legal, o quanto eu sou boa demais pra você, o quanto a gente combina e o quanto a gente daria certo.

Outra: você simplesmente se recusa a dedicar seu tempo, em uma fase tão importante da tua vida à alguém que mereça muito mais do que uma pegada escondida atrás da escada, um beijo qualquer num final de semana qualquer, numa festa qualquer. Você quer apenas diversão, no momento, eu entendo... já passei por essa fase! Não deve estar dentro dos teus planos mais próximos, ter um relacionamento. Você então, sabendo que eu gosto de você numa intensidade considerável, prefere manter distancia e não se arriscar (por mais que seja contra sua própria vontade, como você já tentou e já demonstrou, sim, ter algum interesse mínimo por mim, mas é que você realmente só pensa em tudo de uma forma mais superficial e menos intensa), porque daqui não vai poder sair sequer uma faisquinha. Não porque você não goste de mim ou alguma coisa do tipo, só porque você sabe que daí pra frente você teria que ter algo mais sério... mas você nem sabe que daí pra frente, também, seus planos iriam mudar e você iria querer seguir junto comigo.

E tem mais. Agora, vamos parar de focar o problema em você! Quem aqui, disse que EU quero algum tipo de relacionamento sério? Eu? Querer algo mais? Alguma coisa mais séria? Logo eu tão carnal, sempre buscando aventuras e SEMPRE fugindo dos meus próprios sentimentos, SEMPRE os escondendo! SEMPRE afirmando que não gosta desse lance de coisa séria, desse lance de namoro, que isso não existe... Que duas pessoas só se juntam sério se as duas estão pensando, justamente o contrário, em ser livres e acabam que não sentem mais vontade de galinhar por aí e terminam amarrados e casam e têm filhos!

Até minha melhor amiga diz: eu nunca te vi chorar! E você me vê chorar toda semana, quase! Aí está um presentinho pra ela, ontem mesmo ela me viu chorar. Ao contrário do que até eu mesma pensava...

Fato é que pela primeira vez na vida eu tô sentindo tudo que eu disse virar contra mim mesma... Pela primeira vez eu ME SENTI contraditória e estou afirmando que: sim, eu me contradisse. Não é toda hora que eu me sinto assim, não é toda hora que eu sou tão sincera comigo mesma.

Fato é, também, que você sabe e admite que eu seja ótima, que pelo menos pra ser amiga você me quer e precisa de mim.

Que você nem sabe que gosta tanto assim de mim, porque sempre pensa igual e tá passando por uma fase muito delicada que não te permite pensar diferente... E que, infelizmente, por esse medo que você tem de eu ser tão normal assim, esse medo de se jogar de vez em mim, nesse teu momento de liberdade... Você nunca vai descobrir... E vai ficar por aí, testando de escada em escada, de festa em festa, em qualquer menininha de cabeças de cabelos soltos, de calças jeans apertadas, de roupas que você nem gosta, com gostos totalmente divergentes dos teus... E por uma viadagem de uma frescura de não querer procurar em quem tu tinha que ter procurado... Tu nunca vai encontrar nada, nem ninguém do jeito que eu sou, do jeito que eu poderia ser pra ti!

... tá?

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Medo

Eu tenho medo do que eu possa ver hoje.

Eu tenho medo de você nunca me amar. Eu tenho medo de você encontrar outro amor mais puro e mais sincero do que o meu.

Eu tenho medo de você encontrar outro alguém mais merecedor do que eu. Eu tenho medo que você não mereça o meu amor.

Eu tenho medo de tudo que está relacionado à você e ao meu sentimento por você.

Eu tenho medo de enxergar.

Às vezes eu queria ser cega!

sexta-feira, 9 de julho de 2010

É pura praia


A praia me traz lembranças de ti. Me lembra de como vc é leve e calma, como já diria Lenine: toda ela bela/tudo nela chama. Me lembra de como o teu cabelo é liso igual ao meu, como ele se movimenta tão facilmente e tão leve como você... quase voa. É tão linda quando reclama das coisas, como reclama do calor e se lamenta de qualquer coisa que te irrita. É mágica a forma que você se concentra, franzindo o cenho e mordendo os lábios, tentando quase alcançar a orelha alargada. A bronca que dá no cachorro, seguida de carinhos e beijos cheios de braços, me faz querer ao menos por um dia, ser aquele animal, que sempre deita no teu colo e fica do teu lado e que por você é constantemente fotografado. E os teus olhos já naturalmente pequenos, ficam cada vez mais expremidos principalmente quando você ri das besteiras que eu falo, das fotos que eu não posso ver. O seu suor vai derramando sobre a tua nuca e o cabelo vai grudando e, mais uma vez, você reclama e os puxa pra tras e pra frente e tão inquieta, como sempre... passa também pelas suas sardas tão clarinhas, quase inperceptíveis, que só da pra ver bem de pertinho... até chegar nos teus lábios e você lambê-lo, o que me faz pensar que não há como seu suor ser salgado como todos os suores... deve ser docinho docinho. Nesse calor todo, eu ofereço cerveja pra todo mundo e você com aquela cara engraçada já quase no por favor, caindo na gargalhada... e quando eu dou você olha pra cima e louva... eu sei que você gosta de dar essas talagadas mais do que ninguém. Olha, eu sei que é brega mas... você é a minha praia. O risco da tua coluna com aqueles dois furinhos em baixo é uma obra prima... eu juro que é.

E você fica mais perfeita ainda de cabelo molhado.

E o melhor de tudo... você tem o par de ombros mias perfeitos da face da Terra.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Se fosse meu


Ascende uma fogueira

Pra me cremar

E me derrete inteira...

Pode atear.

Me derrama no chão,

Faz que nem foi assim tão bom.

Sem sentir medo quando eu cair,

Já que a lenha não faz som,

Ninguém vai descobrir

Que você ta me carburando

Que você me invadiu

Que você me descobriu

Que você mereceu

Aquele “eu te amo tanto”

Logo no primeiro encontro.

Depois a gente adormeceu...

E eu sei que não foi o que eu senti...

Já que nada aconteceu

Já que eu nem existi

Já que esse sentimento todo nem é meu.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Espaço - (Modificado, corrigido...)

Tinha algumas possibilidades: deixar cair pela janela em plena dimensão atmosférica e cair no chão? Quais seriam as consequências... eu não sei. Poderia ir em direção ao solo, mas sem deixar que realmente caísse espatifada e sim voltar ao céu... como se estivesse quase chegando ao chão e logo em seguida erguesse o vôo como uma ave gigante numa viagem interplanetária. Poderia cair no chão da quadra e fazer um gol. A piscina também acolheria minha queda, em suas água mornas que parecia me chamar direta e imediatamente pra dentro dela. Podia ao invés de tudo isso, ser atacada pelo cachorro, que parecia estar tranquilamente aconchegado na sala em cima do sofá, ele parecia muito dócil... mas algum motivo me levava a pensar tal hipótese. Estava nessa nêura, de imaginar como poderia morrer. Senti uma necessidade de escrever tudo aquilo, apesar de parecer estranho, praticamente surreal... quase que completamente bizarro.
A brisa batia como se estivesse molhando toda a superfície do meu rosto. Talvez o motivo que me fazia sentir toda aquela vontade de imaginar como iria morrer, era o fato de eu estar no ultimo andar, praticamente pendurada na janela. Me apoiava com força na rede, mas ao mesmo tempo sentia medo de que ela arrebentasse e eu caísse. Não que eu seja depressiva e suicída, mas era assim que me sentia, era o que parecia que iria acontecer... não estava com vontade de me matar, não. O cheiro do vento me trazia um cheiro antigo, de uma época em que eu nunca estive embora sempre quis estar, um cheiro misturado do mar, da areia, do sol e do céu. Qual lugar seria esse e a qual época estaria me remetendo? Seria melhor realmente escrever, mas persisto na ideia de que parece algo fora do normal. Não havia movimento nenhum. Era gelado. A dor de garganta me parecia fazer arranhar sangrar, assim como os erros de português, que me apavoram, saindo muitas vezes até da minha própria boca. Voltando... acho melhor ir embora, prometi aos meus amigos que iria voltar. Então resolvi: vou, mas volto.
Já estou me esquecendo de tudo... pense positivamente. Decida a hora que quiser parar de pensar essas babaquices e tente lembrar de tudo na hora de escrever. Passei pela porta da sala e encarei o cachorro novamente, confortada pela sua presença, sua fofura e seu pêlo de cor champagne... e ao mesmo tempo percebendo que ele tinha sede pela morte... pela minha morte especificamente. Cachorro louco... cachorro mais lindo.
Ao esperar o elevador, ouvi a música que tocava no apartamento ao lado. O barulho do elevador me assustava, afinal, estava no ultimo andar ao lado da casa de maquinas. Dentro do elevador estava pensando o que me faria realmente estar sentindo vontade de ir para casa? Estaria querendo escrever, do fundo da minha mente? Acho que não, afinal, iria esquecer tudo e foder todo o plano... ou poderia ser a fuga daquele lugar, que me provocava sensações horríveis... amargurada por um motivo que eu não sei... deixa ver no que vai dar e me direi a provável verdade. O elevador parou 3 andares abaixo, enquanto agora, pareço escrever como um robô... talvez um dos efeitos que provocou em mim. Entrou uma mulher amassada, pequenininha, troncuda... meio "atarracada"... e adivinha o que ela carregava no colo? Um cachorro. Não parecia estar com sede pela morte, mas sim por sexo... o mais selvagem coito. Mas que cachorro tarado! Por incrível que pareça, da mesma raça que a minha cadela. O cachorro cheirava em mim, e a mulher pequena também fungava... o que aconteceu comigo? Será que sabem o que eu tinha acabado de fazer? Será que eles perceberam? Assim como o cachorro talvez percebeia o cheiro de outros dois caninos? Não sei. Entrou outra mulher no elevador, acho que já havia visto aquela mulher outra vez na vida, talvez na padaria, não sei.
- Ta sentindo cheiro do que? fala que é da pipoca, ein?
- Acho que é que a Lilí ta no cio, então, ele fica louco. - a mulher também fungava.
Acho que o problema era eu, mesmo... afinal, quando uma menina estranha, nunca vista nesse bloco, com essa cara, esse jeito, esse olhar... iria passar despercebida? Quem é essa louca, afinal? Agora entrou um homem... parecia ser um funcionário... mas não era. Ele fungava muito também. Mas que cacete!!! Desse jeito, se alguém descobrir, eu vou ser presa.
E no exato momento em que escrevo, pareço realmente um robô enfurecido.
Passei pela garagem e entrei no elevador do meu bloco, vejo conhecidos passando, extremamente apressados. Tentava lembrar o começo de toda essa confusão, para poder escrevê-la. Cheguei em casa, vi a empregada arrumando as coisas e cantando uma música, que seria exatamente a mesma que tocava quando eu havia saído de casa.
Meu Deus, essas mulheres não se cansam!
"Agora se concentre. Tente eliminar o cheiro, de alguma forma... escreva isso rápido e desca, como você prometeu aos seus amigos." Passei um perfuminho, lavei as mãos e o rosto, pinguei um colírio nos olhos e já pensava novamente, que tinha que escrever tudo aquilo... apesar de que ninguém iria entender. Por que diabos eu queria escrever essa merda? O título, eu juro que tinha lembrado, mas já esqueci... talvez não teria colocado, falo isso porque sei que vou pôr. "O que vou comer agora? Deixa euver.... Bolo de laranja...três pedaços e já começo a escrever...estou fazendo muita sujeira, rasguei o saco do bolo! Foda-se, embrulho no papel alumínio e já era. Tenho que ir logo, mas talvez nem escreva... não vai dar tempo, mesmo...três bisnaginhas e pronto! Leite com Nescau ou suco... ou coca-cola? Ou café? Aaaah o café... café é sempre uma boa pedida!"
Chego no quarto e tento me recordar de tudo, desanimada por não lembrar absolutamente nada do que tinha acontecido. "Deu tudo errado. É melhor deixar sem título... que coisa escrota"... E agora estou escrevendo.
Estava pensando... se podia postar junto com a versão sem correção... afinal, escrevi muito rápido e não coloquei nenhum a virgula ou outra coisa, para que possam entender melhor o meu propósito... e o que havia acontecido. Agora acabou... porque foi aqui em que parei... e decidi que tinha que escolher uma hora em que deveria parar de pensar, para poder lembrar de tudo e escrever.
"Affe, que lixo".

Entenda como quiser. ou não.

Entre nós, só existe uma única lei - (Modificado)

Nós saímos nas ruas e vemos de tudo um pouco.
Vemos mendigos, mendigos loucos, lúcidos, honestos, pilantras, mendigos com famílias, mendigos que perderam a família, mendigos que tinham emprego, mendigos que nasceram mendigos e mendigos, e mendigos, e mendigos...
Vemos gente de todo o tipo, pessoas bonitas, feias, pessoas legais, pessoas chatas, pessoas populares, com amigos, sem amigos, com pouquíssimos amigos, com amigos suficientes, pessoas iguais, pessoas diferentes, autênticas, moralistas, loucos, revolucionários, esquerdistas, direitistas, católicas, protestantes, evangélicas, budistas, induístas, pessoas de todas as religiões que você possa imaginar, sadomasoquistas, homossexuais, heterossexuais, travestis, hermafroditas...
Não há necessidade de rotular e igualar os tipos de sociedades ou qualquer tipo de SER HUMANO, afinal, todos nós aqui somos seres humanos e, teoricamente (segundo a Bíblia), somos irmãos que viemos da mesma costela de Adão, que deu origem à Eva... e que, agora eu mesmo que digo (o que não é nenhum segredo, já que todo mundo sabe, que se, de fato, aconteceu, foi desse jeito mesmo), não tinham o que fazer e trepavam o dia inteiro, que tiveram filhos, que cometeram o que eu gosto de chamar de fraternidade sexual ( sexo entre irmãos), que por acaso é bem nojento.
Muitas pessoas, muitas mesmo, pedem pelo amor de Deus para que VOCÊ pare de se importar com a vida e com a opinião alheia, imploram para que você, assim como elas, siga o seu rumo, tome suas próprias decisões, seja único e não perca tempo tentando ser alguém apresentável, para que a sociedade te aceite. Saiba você, você mesmo que está se controlando e se esforçando para ser aceito na sociedade, saiba que ela - a sociedade- ela NUNCA TE ACEITA.
Todos aqui são individualistas, - até eu mesma, eu sou COMPLETAMENTE individualista - não pensam em ninguém mais do que elas mesmas... tentam provar o contrário, mas sim, são individualistas. Até mesmo quando todos tentam se importar e demonstrar interesse para com o nosso planeta e salvá-lo... pois saiba você que isso não deixa de ser um dos maiores, senão O próprio maior ato individualista, com a finalidade de tentar salvar a própria pele. Isso não é uma crítica negativa, contra aqueles que tentam salvar o planeta... eu realmente sou a favor de tal atitude heróica... mas o que interessa a minha opinião? De que lado estou, afinal? Será que é mais um ataque no meu grau de bipolaridade? Isso não importa, afinal, somos TODOS individualistas.
Mas o propósito desse texto não é denunciar todos nós, e ao nosso individualismo... até mesmo porque cansei da repetição desta palavra e não estou nem um pouco afin de substituí-la... o vestibular que me desculpe. É apenas uma reflexão à respeito do quanto às pessoas se forçam, aliás, se ESFORÇAM para parecer e tentar ser alguém que elas realmente não são, uma reflexão para dizer e mostrar a que ponto nós chegamos... a que ponto VOCÊ chegou. Tudo isso não passa de uma ditadura. Não estou falando de política... é uma ditadura humanda, como o próprio, nesse caso não nome, mas sim adjetivo (sim estou tendo ataques gramaticais agora) diz, uma ditadura feita pelo homem, é pessoal e cheia de regras de comportamento.

"Somos todos iguais perante a lei" essa é a frase "mais significativa" e mais esperançosa que existe. É o que tira o de muitos da reta, é o poruqê de muitos serem livrados na hora de serem julgados. Seria a "verdadeira" - ou pelo menos com essa intenção- lei humana? Com certeza não pode ser aplicada ao nosso mundo, apesar de em algumas ocasiões ela ser aplicada... nem à nós mesmos, à nossa mente, alma ou coração - que bate em ritmo diferente em cada um de nós.
Entre nós, só existe uma única lei.
Então, perante a lei da realidade em que vivemos AGORA e ao que sentimos de verdade: NINGUÉM É IGUAL, PERANTE A NADA!
Você NEM PRECISA ser igual a ninguém, só a você mesmo (ou ao seu irmão gêmeo univitelino, mas nesse caso, também, nem a ele).
Se até os mendigos podem se diferenciar em mendigos loucos, lúcidos, honestos, pilantras, mendigos com famílias...