quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Tudo de novo, não.

Jamais poderia ter acontecido. Me desmontou... te ver atualmente não é uma das melhores opções que me restam pra seguir em frente e tocar minha vida, como se nada tivesse acontecido... e nada aconteceu.
Tudo começa a voltar na minha cabeça... e ainda que achei que tinha te esquecido totalmente. Por mais que eu nunca, de fato, estive em teus braços da forma mais profunda e verdadeira, isso realmente me fez pensar de novo... mexeu comigo como eu jamais poderia imaginar, mas eu sei que não é certo... nós dois tocamos a vida pra frente e agora é só o passado, que depois de hoje voltou a me assombrar.
Sentir dormente, de novo, o meu corpo todo, como uma anestesia, não devo negar que foi bom, junto do arrepio que senti quando te vi... nem sequer o seu rosto poderia ter encostado no meu de novo. Você me abraça com tanta ternura, que me faz sentir que relembrar os velhos tempos não mata ninguém... e é toda essa firmeza dos teus braços, que me faz ter a consciência, de que me apaixonar por você, de novo, não é (definitivamente) a melhor saída.

Deja

Muita sujeira, meio que escencial
claro, o amor é uma sujeira
e qualquer sentimento aqui, é incondicional,
independente da sujeira que tem
a limpeza que nos falta,
me faz sentir o meu limpo amor por uma linda ruiva suja.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Hoje é quarta feira...

E hoje lá fora faz esse dia bonito.
É... hoje que já parece que é verão, dia quente fazendo uns trinta graus e o Sol brilha iluminando no céu todo aberto e redondamente azul.
O som tocando não muito baixo, mas é claro que sempre tem um barulho pra atrapalhar. Está tudo tão lindo, tão caloroso, mas ainda não encontramos o sossego e a paz completa. Temos que aumentar o som.
Esse Sol que fica iluminando até as seis da tarde e esquentando a pele. Depois dessa hora o céu vai escurecendo e deixando a Lua que já aparecia o dia inteiro, brilhar mais ainda.
E as estrelas já vêm pontilhando
Tudo tão azul-escuro.
O calor da pele vai evaporando, depois que molhou e secou, dando aquela sensação de estar evaporando, saindo aos pouquinhos de mim.
Os cupins viram siriris e vão sobrevoando e rodeando a luz.
Já ta tudo tão fresco, que nem da mais pra sentir todo o calor do dia.
E na previsão do tempo, andam dizendo que daqui alguns dias o tempo já vai mudar e a chuva vai cair, desmanchando toda a energia transformada em sua água.
Sabe, que nem dá pra perceber que é quarta-feira, que JÁ É quarta-feira, mas eu já disse.
Eu já disse?
Que eu AMO quarta-feira?
É, eu amo quarta-feira.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

E nós com tanta sede e tão sedentários



Temos sede, sede pelo quente, pelo perigo e qualquer tipo de calor, vindo do fogo ou não.
O calor da outra alma que tá alí o tempo todo, a alma que te divide, que te deixa em dúvida.
Afinal, estar divido entre duas almas ou dois seres, dá aquela sensação formidável, efervescente, muitas vezes tranquilizadora pela qual sentimos sede.
Sede por tudo o que é vivo, tudo o que nos faz sentir, mesmo que muitas vezes ficamos sentados, sem sinal nenhum de vida, beirando ao sedentarismo, sem fazer absolutamente nada, mas ao mesmo tempo com tanta vontade de viver.
O mundo inteiro correndo lá fora, só vivendo e nós aqui sentados, pensando na morte da bezerra.
Eu também estou aqui, sentada pensando sozinha com tanta vontade de viver e tanta sede.
Também não posso negar que não és nada frio e que não senti sede alguma por ti.

sábado, 22 de agosto de 2009

É tanta coisa

Não da pra explicar.
O porquê de tudo isso, dessa imensidão extremamente vazia dentro dessa grande caixa velha de papelão, bem acabada.
Talvez uma metáfora não seja a melhor maneira de explicar. Só o que da pra saber, é que agora a vida parece ter acabado, e você, ele, todo mundo e todos vocês... foram embora. Todos eles, que passavam constantemente pelos meus pensamentos, em minhas farsas, já não estão mais presentes e não apresentam nenhum motivo para continuarem sendo pensados.
Perdi a freqüência no meio de tanta coisa, tanta coisa que tive e que não tive, tanta cosa que foi embora, com o simples sopro do vento daquela noite em que tudo se perdeu.
Houve uma mudança por fora, mas aqui dentro meus pensamentos ainda são os mesmo, só que sem alguns elementos, sem algumas pessoas; praticamente vazios... mas ainda são os mesmos.
Adorava sentir o vento bater, a sobrecarga de energia, até mesmo se ela fosse negativa, eu queria mesmo era sentir alguma coisa, fazia de tudo pra sair uma faísca.
O que eu sei agora, é que eu fujo do vento e já não existe mais nenhuma carga ou corrente elétrica ou mais nenhum elemento físico-químico.
Só queria entrar naquele quarto mais uma vez...
E nem pensando em tudo o que aconteceu eu consigo me arrepiar.

sábado, 1 de agosto de 2009

O dia de Hoje é pra sempre

É hoje, estou abrindo as asas para o mundo!
Se não é pra sempre, pelo menos falta pouco, tempo o suficiente para baixar a poeira e tudo voltar ao normal
É bom sentir isso novamente. Essa sensação, que me consome por horas, coisa que eu não sentia há muito tempo. Corpo tremendo, parece que tem formiga, parece ruim... mas essa é a melhor parte.
A arritmia é boa, não parece te matar - ela te faz sentir mais vivo.
É bom estar de volta e ver, principalmente, que as pessoas me dão a devida atenção... pelo menos o quanto eu achava que merecia. Afasto-me pelo meu bem e pelo bem da minha família. Sei que alguns momentos perdidos não matam ninguém. Não faz mal, é por um bem maior: a minha felicidade e a minha liberdade.
A liberdade completa e infinita, ainda não veio, eu ainda não a tenho. Apenas o fato de me sentir livre por uma noite se quer, foi o suficiente.
Estou de volta e isso é fato. Fato que me faz ver que nada foi em vão em minha vida, até hoje.
Os exageros foram cometidos, os piores erros também, mas com certeza tudo foi feito com mais responsabilidade. É claro que houve momentos em que eu senti a maior negatividade atravessar o meu corpo, ao passar por aquelas pessoas, ao passar por aquele lugar... de novo. É essa a sensação que a maioria das pessoas sentem, eles que se recuperam, que superam o fato de ter chegado a tal ponto. Graças à alguma força maior, eu ainda não cheguei nesse ponto e nem vou chegar. Sempre quis e sempre vou querer, nada mais que encontrar a minha felicidade e a minha paz.
Até agora, tudo parece estar dando certo de novo pra mim, tudo parece estar em seu devido lugar novamente. Espero que dure a vida inteira, mas pelo menos o dia de hoje... foi pra sempre.

sábado, 25 de julho de 2009

É sempre ela

É sempre ela.
A menina em que todos descontam a raiva e o excesso de preocupação.
A menina que sempre critica esse tal excesso de preocupação dos outros - “Vocês poderiam se importar menos com isso, são coisas tão banais, eu quero é saber de vida, vida real, carne e osso, raiva, paixão, adrenalina, saúde ou a falta dela...” e o mesmo bi bi bi de sempre.
Dizem que ela é muito louca, vive num submundo, aonde tudo é possível e não há regra alguma. Faz coisas alucinantes e faz muita coisa errada também. Foi capaz de levar alguns às alturas. Ela diz que não acredita no amor, pelo menos não por enquanto, diz que o amor é livre, ninguém é dono de ninguém, não existe traição e essas coisas, esse clichezinho de sempre, de quem nunca conseguiu sentir aquele amor claustrofóbico por alguém, a ponto de querer isolar o amado do mundo e do perigo de perdê-lo. O negócio dela é paixão.. uma coisa mais carnal (que nem ela sabe). Aaah que vontade que ela tem. É essa vontade que faz com que ela faça as maiores besteiras de sua vida, essa vontade sempre a mete em confusão, fazendo-a agir por impulso na maioria das vezes... e na hora em que ela é interrogada, por mais nervosa que ela fique, ela consegue achar uma saída rápida. Não é muito fácil, mas na maioria das vezes sempre dá certo, às vezes não dá... acontece (ou seja, ela mente pra cacete).
Ela ainda não sabe o que quer da vida, está sempre em dúvida dos seus tipos preferidos, seja de música, de filme, de gente, de profissão... de qualquer coisa. Está sempre em dúvida entre comunistas, sócio-democratas e anarquistas. Não consegue decidir as coisas que prefere fazer. Ela ainda não tem certeza do que a deixa fascinada.
Sempre autêntica... pelo menos tentando ser.
"Sempre tentando ser"... é aí onde está o problema. Ela tenta, sempre tenta, mas sempre desiste. Seus pais insistem em pegar no pé dela por sua falta de persistência. Ela nunca termina o que começa.
É a menina que tem algo a mais, a menina que tem o que mostrar, a menina que promete, mas não é capaz de cumprir, ela diz (ou acha) que é falta oportunidade... mas cá entre nós, será mesmo que a oportunidade foge tanto assim dela?
Ultimamente ela insiste em dizer que os amigos sumiram. Na realidade, foi ela quem sumiu para os amigos. Ela foi proibida de vê-los, para o seu próprio bem, apesar de que agora ela não faz nada mais da vida, vive no ócio. Talvez, se estivesse com os seus amigos... Sorte que apesar de serem os seus amigos mais legais, não eram lá os mais influentes, para que ela possa ter essa oportunidade que tanto a falta.
Se sente injustiçada, pois na realidade uma pessoa realmente a deixou. A pessoa quem ela mais gostava, em quem mais confiava, o único alguém com quem ela realmente se identificava, juntas poderiam revolucionar o mundo, chocar as pessoas, e viver do jeito que elas sempre sonharam... mas as pessoas mudam e de um dia para o outro, ou não, ela sumiu. Talvez ela deva ter merecido ter sido abandonada, já que traiu esse alguém tão importante... foi uma traição na sua mente, mas já vale o pensamento.. como tudo pra ela, está sempre só na sua cabeça. Mas isso não vem ao caso.
Coitada, parece que ela não tem capacidade de pensar sozinha nas coisas que ela diz que são geniais, autênticas, extraordinariamente alucinantes e essenciais pra sua vida. Sempre incapaz de expor suas brilhantes idéias, suas vontades e toda essa força que existe dentro dela.
Está sempre prestes a se revelar e a se tornar a pessoa que ela sonha tanto ser.
Sempre prestes explodir, mas nunca explode... a não ser em sua própria imaginação.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Aos breves amigos

Quero que vocês, meus bons e velhos amigos, saibam que mesmo com tudo o que aconteceu,
todos os atritos e as coisas e pessoas que me impediram de seguir em frente com a nossa amizade... jamais esquecerei de cada um de vocês.
Não irei esquecer os bons momentos que tivemos, os dias de loucura, dias de pura felicidade, e de muitas brigas,e desagrados também.
Saibam, que com o meu jeito estranho e todos os meus problemas, sempre admirei vocês,
mesmo com os piores defeitos que têm, aqueles defeitos que todos sempre apontaram,
os que não são tão difíceis de enchergar.
E é dificil pra mim, demonstrar afeto, carinho e admiração para com as pessoas... preciso trabalhar o meu lado sentimental SINCERO, mas pelo menos eu tentei e continuo tentando.
Tenho certeza de que nada foi em vão pra mim, nunca esperava ter sido tão bem recebida e aceita por vocês.
Quero que saibam também que, além de tudo, se eu não pude continuar, não foi minha decisão... foi apenas a consequência de algo de errado que eu fiz... tive de pagar o preço, tendo então que deixar de ver meus amigos, que no momento, eram os mais próximos.
Me desculpem se eu fiz ou disse algo desagradável, se deixei de "representar" o nosso nome e a nossa amizade.
Caso eu não volte, apenas quero dizer, que foi com vocês que vivi e passei pelos melhores momentos, experiências e perigos, a melhor e uma das partes mais fundamentais da minha vida.
Se hoje, sou quem eu sou e sei as decisões que quero tomar, eu devo agradecer à vocês, e a esses momentos tão indescritíveis.
São memórias que eu não quero jamais esquecer.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Sempre muda, ou acaba.

Havia um mistério por trás de tudo isso... por trás dele.
Queria conhecê-lo melhor, dividir o calor de suas almas. Achava que o conhecia o bastante para poder agradá-lo e para prever o que passava na cabeça dele... o que ele iria dizer a seguir.Perdeu suas madrugadas, todas de domingo para segunda, pensando em planos que jamais iria colocar em prática... e com apenas duas horas de sono, já acordava disposta e com a melhor aparência que poderia ter tido em toda sua vida. Na ultima vez em que o viu, todo o brilho e o encanto, já tinha ido embora... é o que acontece quando já não existe mais o amor que ardeu por um bom tempo dentro de um peito. As coisas começam a esfriar e a ficar totalmente sem graça... e tudo começa a fazer parte do passado.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Break Up

Sentia de novo a vontade que já não tinha mais.
Se não o tivesse visto antes de sair de casa, não teria sentido... jamais iria cair em tentação e ser tomada por tal confusão sentimental.
Queria vê-lo novamente.
As mesmas roupas de sempre, algumas rasgadas.
Me empresta o que eu te pedi, que te faço aquele café que você tanto gosta.
Havia agora entre eles a maior frieza e o silêncio, em todo o tempo em que se conheciam.
Calados pelo medo de que uma palavra dita poderia deixá-los sem jeito... por toda a indelicadeza de seus atos e suas conseqüências quase fatais... fatais para o coração, apenas... somente no sentido figurado... em outro plano... em outra dimensão, talvez na décima quinta.
Foram embora e seguiram seus caminhos, os mesmos de todos os dias, tão próximos e iguais ainda que tãodistantes e distintos.
Agora eles estavam congelados ou suas cinzas haviam sido jogadas ao vento... quando já não se vale mais a pena insistir em algo que, de fato, nunca existiu.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Espaço

Tinha algumas possibilidades: deixar cair pela janela em plena dimensão atmosférica e cair no chão? Quais seriam as consequências, eu não sei, poderia ir direção ao solo, mas sem deixar que realmente caísse espatifada, mas sim voltar ao céu, em direção a uma viagem interplanetária. Poderia cair no chão da quadra e fazer um gol, a piscina também acolheria minha queda, em suas mornas águas, que pareciam me chamar diretamente para dentro delas. Podia ao invés de tudo isso, ser atacada pelo cachorro, que parecia estar tranquilamente aconchegado, na sala em cima do sofá, ele parecia muito dócil, mas algum motivo me levava a pensar tal hipótese. Estava nessa nêura, de imaginar como poderia morrer. Senti uma necessidade de escrever tudo aquilo, apesar de parecer estranho.
A brisa batia como se estivesse molhando toda a superfície do meu rosto. Talvez o motivo que me fazia sentir toda aquela vontade de imaginar como iria morrer, era o fato de eu estar no ultimo andar, praticamente pendurada na janela, me apoiava com força na rede, mas ao mesmo tempo sentia medo de que ela arrebentasse, e eu caísse, não que eu seja depressiva e suicída, mas era assim que me sentia, não estava com vontade de me matar, não. O cheiro do vento me trazia um cheiro antigo, de uma época em que eu nunca estive embora quisesse estar, um cheiro misturado do mar da areia do sol e do céu. Qual lugar seria esse e de qual época ele seria? Seria melhor realmente escrever, mas parecia algo fora do normal. Não havia movimento nenhum. Era gelado. A dor de garganta parecia me fazer sangrar, assim como os erros de português, que me apavoravam, saindo muitas vezes até da minha própria boca. Voltando, acho melhor ir embora, prometi aos meus amigos que iria voltar. Então resolvi: vou, mas volto. Já estou me esquecendo de tudo, pense positivamente, decida a hora que quiser parar de pensar essas babaquices e tente lembrar de tudo na hora de escrever. Passei pela porta da sala e encarei o cachorro novamente, confortada pela sua presença e ao mesmo tempo percebendo que ele tinha sede pela morte, pela minha morte especificamente. Cachorro louco.
Ao esperar o elevador, ouvi a música que tocava no apartamento ao lado. O barulho do elevador me assustava, afinal, estava no ultimo andar, ao lado da casa de maquinas. Dentro do elevador estava pensando o que me faria realmente estar sentindo vontade de ir para casa? Estaria querendo escrever, do fundo da minha mente e do corpo? Acho que não, afinal, iria esquecer tudo e foder todo o plano, ou poderia a ser a fuga daquele lugar, que me provocava sensações horríveis, amargurada por um motivo que eu não sei, deixa ver no que vai dar e me direi a provável verdade. O elevador parou 3 andares abaixo, enquanto agora, pareço escrever como um robô, talvez um dos efeitos que provocou em mim. Entrou uma mulher amassada, pequenininha, adivinha o que ela carregava no colo? Um cachorro. Não parecia estar com sede pela morte, mas sim por sexo. Mas que cachorro tarado! Por incrível que pareça, da mesma raça que a minha cadela. O cachorro cheirava em mim, e a mulher pequena também fungava, o que aconteceu comigo? Eles perceberam? Assim como o cachorro talvez percebeia o cheiro de outros dois caninos? Não sei. Entrou outra mulher no elevador, dessa vez, já havia visto aquela mulher, talvez na padaria, não sei.
- Ta sentindo cheiro do que? fala que é da pipoca, ein?
- Acho que é que a Lilí ta no cio, então, ele fica louco. - a mulher também fungava acho que o problema era eu, mesmo, afinal aonde uma mulher estranha nesse bloco, iria passar despercebida. Quem é essa louca, afinal? Agora entrou um homem, como se fosse um funcionário, mas não era. Ele fungava também. Mas que cacete!!! Desse jeito, se alguém descobrir, eu vou ser presa. E no exato momento em que escrevo, pareço realmente um robô enfurecido.
Passei pela garagem e entrei no elevador do meu bloco, vejo conhecidos passando, extremamente apressados. Tentava lembrar o começo de toda essa confusão, para escrevê-la. Cheguei em casa, vi a empregada arrumando as coisas e cantando uma música, que seria exatamente a mesma que tocava quando saí de casa. Meu Deus, essas mulheres não se cansam!
Agora se concentre. "Tente eliminar o cheiro, de alguma forma, escreva isso rápido e desca, como você prometeu aos seus amigos." Passeei um perfuminho, lavei as mãos e já pensava novamente, que tinha que escrever tudo aquilo, apesar de que ninguém iria entender. Por que diabos eu queria escrever essa merda? O título, eu juro que tinha lembrado, mas já esqueci, talvez não teria colocado, falo isso porque sei que vou pôr. "O que vou comer agora? Deixa euver. Bolo de laranja...três pedaços e já começo a escrever...estou fazendo muita sujeira, rasguei o saco do bolo. Foda-se, embrulho no papel alumínio e já era. Tenho que ir logo, mas talvez nem escreva, não vai dar tempo, mesmo...três bisnaginhas e pronto."
Chego no quarto e começo a tentar me recordar de tudo, desanimada por não lembrar absolutamente nada do que tinha acontecido. Deu tudo errado. É melhor deixar sem título, que coisa escrota. E agora estou escrevendo. Estava pensando, se podia postar junto com a versão sem correção, afinal, escrevi muito rápido e não coloquei nenhum a virgula ou outra coisa, para que possam entender melhor o meu propósito, e o que havia acontecido. Agora acabou, porque foi aqui quando parei, e decidi que tinha que escolher uma hora em que deveria parar de pensar, para poder lembrar de tudo e escrever. Affe, que lixo.

Entenda como quiser. ou não.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Sabe quando você tenta olhar para alguma coisa mas não consegue enxergar nada? você tenta entender mas não entende nada. tô tentando pensar o que eu quero fazer...Já sei!!! não não, isso não!
eu acho qeu eu sofro de albinismo mental.

terça-feira, 9 de junho de 2009

#2

Desde o momento em que nascemos inicamos uma longa jornada. Mesmo sem saber aonde vai dar tudo isso, aonde chegaremos, independente do que diz qualquer religião, se há vida após a morte ou nao, se vamos para o céu ou para o inferno, se o que fazemos ao longo de nossas vidas, é certo ou errado...a gente vai vivendo. Se parassemos para pensar chegariamos a uma conclusão não muito difícil de ser feita: o rumo da nossa vida é a morte, é o objetivo da vida, o que procuramos a vida inteira é a morte. Claro que nao sou a única e nem a primeira pessoa a perceber isso, por isso digo que é uma conclusão bem fácil de se tirar. Então quer dizer que por isso vamos foder tudo, se matar e estragar com a vida antes que ela chege ao seu fim natural? A vida foi feita pra viver, é obvio que você morre no final... TEM que morrer. Se tem que morrer, deixa de ser morto antes do tempo e vá viver a vida... antes que ela te mate, rapaz!

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Só no pensamento

Se eu paro pra pensar, o melhor que posso fazer é pensar. Nao existe nada abaixo do pensamento e nem acima, nem melhor e nem pior. O pensamento é a única certeza que temos, de tudo nessa vida... a única certeza até mesmo de que ESTAMOS vivos.
Tudo o que tem no mundo que a natureza não possa nos dar é, certamente, fruto dos nossos pensamentos.
Quanto mais penso, mais penso... simplesmente é algo inevitável, não da pra escolher não pensar e pronto. Os problemas não se resolvem sozinhos e quanto mais penso, não consigo achar soluções para nada, apenas mais pensamentos e mais problemas. Por mais que você tenha onde colocá-los, exclui-los fácil assim da mente, é algo impossível. E é aí que você pensa: "tenho tanta coisa pra pensar, pra dizer, pra escrever... por mais que não consiga colocá-las em papel algum, tenho mais que tudo na vida, muito o que escutar."
E coisas geniais, começam a surgir na cabeça e você fica louco, de tanto pensar, e não consegue encontrar uma forma de extrair tudo isso de si.
É uma pena que tenho coisas geniais MESMO pra dizer e escrever e eu não consiga, pelo menos ao meu ver. Chega uma hora que não dá mais! Você tem que colocar pra fora, de alguma forma, mesmo que seja horrível, meio embaçado, algo que ninguém consegue entender, nem você mesmo. Mesmo que não signifique merda nenhuma, não dá pra ficar dando voltas em torno de si sem achar uma saída.
E é sem significado nenhum, que começo a expor minhas (vazias) ideias, repletas de nada.